Maria, mãe de Jesus, escolhida desde o princípio para ser mãe do salvador. Humilde serva, mulher orante e firme, que soube educar seu filho Jesus dentro dos costumes e da tradição e, ao mesmo tempo, soube entender a missão dada àquele que gerou em seu ventre.
Maria, primeiro sacrário que guardou Jesus. Maria exemplo de firmeza, pois esteve de pé diante do sofrimento de seu filho, que condenado sem ter culpa alguma, se humilhou até a morte e morte de cruz.
A dor de seu filho unida a sua dor de mãe, presenteou a cada um de nós, ou seja, por Jesus fomos resgatados e direcionados a alcançar o céu. Por Maria Santíssima, ganhamos uma intercessora, que a própria Palavra de Deus relata, que nas bodas de Caná ela pediu ao seu Filho, por aqueles que estavam com certa dificuldade.
"Qual é o filho que amando sua mãe não atende um pedido dela?"
Nossa Senhora após a ressurreição de Jesus, esteve presente no dia de Pentecostes e participou do início missionário da Igreja fundada por Cristo.
Por mais que alguém fale, que alguém condene, que acuse o papel de Maria na história de Jesus. No fundo reconhece que ele foi ponto de destaque e suma importância para que a vontade de Deus fosse realizada.
Não por seus méritos, mas pelos méritos do seu Divino Filho, diz a santa Igreja Católica, ela não sentiu a morte, mas no momento final, ela foi levada ao céu, em corpo e alma, pelo seu Filho e Nosso Senhor Jesus Cristo.
Hoje, em diversas ocasiões e com muitos sinais, que acontecem no mundo inteiro, ela ainda se apresenta, por permissão celeste, aparecer como já confirmado pela Santa Igreja, em diversos países, cidades, para que o povo volte o seu coração ao seu Filho.
Maria, assunta ao céu! Rogai por nós que recorremos a vós.
Claudio Muniz

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