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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A importância da Equipe de Liturgia

 Na comunidade a Equipe de Liturgia é de grande importância. Ela tem a tarefa de promover a animação litúrgica e participação de todos nas diversas celebrações, ocupando assim todos os aspectos litúrgicos da vida comunitária.

     Esta equipe não pode funcionar isoladamente.  Ela deve se reunir para preparar as celebrações (Batizados, casamentos, celebrações da Palavra e Eucarística...). Também deve estar sempre atenta para  celebrar os vários acontecimentos da vida (aniversário, falecimento, vigílias, festas...). Na verdade ela acaba sendo o coração da vida comunitária que se reúne e celebra, com criatividade, os fatos mais importantes, à luz do Mistério Pascal.

        Os integrantes da equipe devem receber formação necessária para o serviço que prestam. Por sua vez a Equipe deve ser responsável por cursos, treinamento e estudos sobre a realidade e a Liturgia, para outros agentes e o povo em geral. “Uma das tarefas da dimensão litúrgica é estimular e educar a comunidade cristã a traduzir em gestos celebrativos o que sua sensibilidade de fé interpreta como sinal dos tempos, tornando-a uma concretização da história da salvação”. (CNBB - Doc. 38)

        Enfim, uma Equipe de Liturgia cumpre sua missão na medida em que proporciona a maior participação da comunidade, de acordo com os dons de cada um.


Claudio Luís M Muniz
Acólito Instituído da Santa Igreja 
             

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Você sabe o que é Liturgia?


Liturgia é a ação do Povo de Deus, reunido em Jesus Cristo, na comunhão do Espírito Santo. É sempre uma celebração de Mistério Pascal, isto é, passagem da morte para vida, através de sinais, gestos e palavras. A liturgia é ação de Cristo na Igreja.

O ponto culminante de uma comunidade eclesial (Igreja) é a celebração comunitária, onde todos expressam sua fé comum; ouvem o mesmo Senhor, Salvador e Libertador; agradecem os favores de Deus; cantam as mesmas canções. Aí todos louvam a Deus e os laços do amor fortalecidos. Cresce a fraternidade e o Povo de Deus se reanima, sobretudo nos Sacramentos, para continuar a luta pela construção do Reino.

Nenhuma atividade pastoral pode realizar-se sem referencia à liturgia. Qualquer celebração tem sentido evangelizador e catequético. Toda ação pastoral terá como ponto de referencia a liturgia, na qual se celebra a memória e se proclama a atualidade do projeto de Jesus Cristo. (Conf. Doc. 38 — CNBB)

A celebração litúrgica, como  obra de Cristo Sacerdote, e da Igreja que é seu Corpo, é uma ação sagrada por excelência. Sua eficácia não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja. (Conf. SC 7)

Quando falamos de liturgia, temos presente:

• A Missa ou Celebração Eucarística;
• Celebração dos Sacramentos (Batismo, Crisma, Eucaristia, Penitencia, Unção dos enfermos, Ordem, Matrimonio);
• A Celebração dos Sacramentais (bênçãos, encomendação dos mortos...);
• A Celebração da Palavra ou Culto;
• A Liturgia das Horas;
• O Ano Litúrgico.

Diante de tudo isso, é mais do que necessário a organização litúrgica.

Todos devemos saber que nenhuma atividade na comunidade funciona sem um mínimo de organização.
A liturgia não foge desta necessidade.

Para que a dimensão celebrativa funcione bem.

Para que haja participação de todos, se faz necessário que alguém, uma equipe pense, planeje, prepare com carinho e dedicação.

As celebrações das comunidades, das paróquias e das Dioceses precisam de um grupo de pessoas, de uma equipe ou de várias equipes que prestem esse serviço comunitário.

O primeiro critério que esta equipe ou pessoas devem ter presente é o "Querer Celebrar Bem". Celebrar de tal modo que favoreça a participação de todos os presentes.

Nas próximas postagens estarei dando algumas dicas litúrgicas para que possamos celebrar melhor a nossa fé.
Deus os abençoe!
                                                                                                                                          
Claudio L. M. Muniz
Acólito Instituído  e Coordenador da Equipe de Liturgia da Paróquia Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, Engenhoca, Niterói, RJ

sábado, 29 de dezembro de 2012

Ano Novo significa Vida Nova?



Final de ano. No meio das festas de Natal e Ano Novo surge a expectativa do recomeço e da mudança. Cartomantes, astrólogos, entre outros, são consultados pelos meios de comunicação e pela população para saber como será o ano que está chegando. As pessoas desejam feliz Ano Novo umas para as outras. Todo final de ano é marcado por essa expectativa de que o ano que se iniciará será melhor. Mas de onde vem essa expectativa e essas previsões? Qual é a base real dessa expectativa? O que significa a passagem de um ano para outro? Tais questões são raramente colocadas, pois as pessoas dificilmente questionam o ar que respiram, e isto vale para o “ar cultural”, isto é, o mundo das tradições e concepções que permeiam a vida cotidiana.



As expectativas são produto do desejo de uma vida melhor, de um futuro mais feliz. A origem dessas expectativas está em dois elementos: descontentamento e desejo. O descontentamento com a vida atual (em sua totalidade ou em vários de seus aspectos, que, caso da sociedade moderna, remetem à vida profissional, afetiva, financeira, política) traz o desejo da mudança, a esperança de que dias melhores chegarão, sonhos serão realizados. O descontentamento e o desejo criam a expectativa e a crença na mudança, bem como uma pseudestesia (falsa sensação) coletiva de renovação. As previsões das pessoas não possuem, na maioria dos casos, uma base concreta. Isso faz das previsões místicas um forte atrativo, pois reforçam a esperança e crença na mudança.



A maioria percebe esse processo como sendo individual: descontentamento, objeto do desejo, expectativa, crença em mudanças para o indivíduo. Embora possam ocorrer mudanças individuais, elas são limitadas caso não ocorram mudanças sociais. Daí o eterno descontentamento e desejo de mudança, pois, mesmo aqueles que sobem um degrau na ascensão social, enriquecem e realizam desejos que, no fundo, não significam realização pessoal, já que eles continuam presos em uma sociedade mercantil, burocrática e competitiva, continuam sentindo o descontentamento e a necessidade de nova mudança. A mudança no sentido coletivo era mais comum em sociedades “primitivas”, não marcadas pelo individualismo e pela competição, embora não tenha sido abolida, mas apenas marginalizada, na sociedade moderna.



Porém, a passagem para o Ano Novo não significa nenhuma mudança em si. O ano é um período de tempo construído por meio de um processo classificatório, utilizando como critério o tempo que o planeta Terra gasta para dar a volta em torno do Sol. No mundo contemporâneo, é o que se chama “ano solar”, cuja origem é egípcia. O que ocorre é um movimento físico de um planeta em torno de uma estrela, marcando determinado período de tempo. Esse período de tempo também expressa mudanças biológicas nos seres vivos, entre outros, mas não apresentando nenhum salto ou mudança radical.



Relações sociais — A expectativa de mudança que ocorre neste período do ano é direcionada para a esfera das relações sociais, que não sofrem nenhuma grande influência deste movimento físico que serve de critério classificatório para a duração do ano. Além disso, a demarcação de quando é o fim do ano e início do seguinte é arbitrária, um produto social. Poderia ser, ao invés do dia 1º de janeiro, em agosto, desde que o calendário tivesse sido produzido sob outra forma, com outra marcação das datas. E era assim, por exemplo, no antigo Egito, onde o ano iniciava em 19 de julho. Em outros casos, o início do ano ocorre em outras datas, tal como março, setembro, dezembro. Isto sem falar dos calendários nos quais o ano tem mais de 12 meses.



Algumas mudanças superficiais reforçam essa pseudestesia coletiva de renovação. Como várias relações sociais se organizam a partir da demarcação temporal do calendário anual, isto reforça a percepção de uma mudança. O calendário escolar, por exemplo, se organiza principalmente de forma anual, o que significa que o indivíduo fica na expectativa de encontrar novas pessoas, viver novas relações. Mesmo sendo um calendário semestral, a sensação de renovação ocorre, reforçada pelo clima geral anunciado pelo Ano Novo e bastante amplificada pelos meios de comunicação, pelo misticismo e pelas religiões. No Ano Novo também há o recomeço do campeonato de futebol e outras competições esportivas, as promessas de novos programas na TV e mais algumas mudanças que, no fundo, nada mudam ou mudam superficialmente, ou localizadamente, atingindo apenas alguns indivíduos ou grupos sociais, o que é pouco mais do que a mudança individual acima aludida. Porquanto, não há mudança na totalidade das relações sociais. Em alguns casos individuais, as mudanças são um pouco mais profundas, tal como para quem passou no vestibular ou acertou um novo contrato de trabalho.



No que se refere às relações sociais, as mudanças não caem do céu, nem ocorre nenhum acontecimento mágico no 1º de janeiro que provoque qualquer alteração que não seja um processo de continuidade em relação ao(s) ano(s) anterior(es). A Segunda Guerra Mundial, deflagrada em 1939, não nasceu neste ano, pois foi produto de um longo processo histórico que gerou sua razão de ser e existência. Assim, se alguém quer acontecimentos novos no ano seguinte, tem que perceber que existe um processo que traz um conjunto de tendências e que a pura vontade, a fé ou o misticismo nada poderão fazer nesse sentido, já que são as ações anteriores que irão promover as possíveis mudanças. Embora a vontade e a fé sejam elementos que podem influenciar os acontecimentos, a preparação e a ação presente são mais importantes para se alterar o futuro. Isto nada tem a ver com a passagem para o Ano Novo. Um dia mágico no qual as coisas mudam sem nenhuma ação nesse sentido é impossível. A ruptura entre o presente e o futuro não ocorre, pois o futuro é construído no presente — carregando as influências do passado —, inclusive a ruptura. Nada acontecerá no ano que vem que já não esteja preparado, ou em forma embrionária, neste ano e nos anos anteriores. Por conseguinte, desejar feliz Ano Novo é algo vazio se não tivermos feito nada para que o futuro seja melhor. A melhor forma de desejar um feliz Ano Novo é fazer algo no presente para que isto se concretize no futuro.
                                                                                                          Por Nildo Viana

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Discurso de Bento XVI em sua chegada a Madri para a JMJ 2011

Majestades,
Senhor Cardeal Arcebispo de Madri,
Senhores Cardeais,
Venerados Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio,
Distintas Autoridade Nacionais, Autonômicas e Locais,
Querido povo de Madri e da Espanha inteira!

Obrigado, Majestade, pela sua presença aqui, juntamente com a Rainha, e pelas palavras deferentes e amigas de boas-vindas que me dirigiu. Palavras que me fazem reviver as inesquecíveis demonstrações de simpatia recebidas nas minhas anteriores visitas apostólicas a Espanha, e de modo muito particular na minha recente viagem a Santiago de Compostela e a Barcelona. Saúdo cordialmente todos vós que vos encontrais reunidos aqui em Barajas, e quantos acompanham esta cerimônia através do rádio e da televisão. Uma menção muito agradecida desejo fazer aos que com tanto zelo e dedicação, nas instituições eclesiais e civis, contribuíram com o seu esforço e trabalho para que esta Jornada Mundial da Juventude em Madri decorra em boa ordem e se cubra de abundantes frutos.

Desejo também agradecer de todo o coração a hospitalidade de tantas famílias, paróquias, colégios e outras instituições que acolheram os jovens vindos de todo o mundo, primeiro nas diversas regiões e cidades da Espanha e agora nesta grande cidade de Madri, cosmopolita e sempre de portas abertas.

Venho aqui para me encontrar com milhares de jovens de todo o mundo, católicos, interessados por Cristo ou à procura da verdade que dê sentido genuíno à sua existência. Chego como Sucessor de Pedro para confirmar todos na fé, vivendo alguns dias de intensa atividade pastoral para anunciar que Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida. Para animar o compromisso de construir o Reino de Deus no mundo, no meio de nós. Para exortar os jovens a encontrarem-se pessoalmente com Cristo Amigo e assim, radicados na sua Pessoa, converterem-se em seus fiéis seguidores e valorosas testemunhas.

Esta multidão de jovens que veio a Madri… porque e para que vieram? Embora a resposta deva ser dada por eles próprios, pode-se entretanto pensar que desejam escutar a Palavra de Deus, como lhes foi proposto no lema para esta Jornada Mundial da Juventude, de tal maneira que, arraigados e edificados em Cristo, manifestem a firmeza da sua fé.

Muitos deles talvez tenham ouvido a voz de Deus apenas como um leve sussurro, que os impeliu a procurá-Lo mais diligentemente e a partilhar com outros a experiência da força que tem na suas vidas. Esta descoberta do Deus vivo revigora os jovens e abre os seus olhos para os desafios do mundo onde vivem, com as suas possibilidades e limitaçõesVeem a superficialidade, o consumismo e o hedonismo imperantes, tanta banalidade na vivência da sexualidade, tanto egoísmo, tanta corrupção. E sabem que, sem Deus, seria difícil afrontar estes desafios e ser verdadeiramente felizes, colocando para isso todo o entusiasmo na consecução duma vida autêntica. Mas, com Ele a seu lado, terão luz para caminhar e razões para esperar, não se detendo nem mesmo diante dos ideais mais altos, que hão-de motivar os seus generosos compromissos para a construção de uma sociedade onde se respeite a dignidade humana e uma efetiva fraternidade. Aqui, nesta Jornada, têm uma ocasião privilegiada para colocar em comum as suas aspirações, trocar reciprocamente a riqueza das suas culturas e experiências, animar-se mutuamente num caminho de fé e de vida, no qual alguns se julgam sozinhos ou ignorados nos seus ambientes quotidianos. Mas não! Não estão sozinhos. Muitos da sua idade partilham os mesmos propósitos deles e, confiando inteiramente em Cristo, sabem que têm realmente um futuro à sua frente e não temem os compromissos decisivos que preenchem toda a vida. Por isso me dá imensa alegria poder escutá-los, rezarmos juntos e celebrar a Eucaristia com eles. A Jornada Mundial da Juventude traz-nos uma mensagem de esperança, como uma brisa de ar puro e juvenil, com aromas renovadores que nos enchem de confiança face ao amanhã da Igreja e do mundo.
Não faltam, certamente, dificuldades. Subsistem tensões e confrontos em aberto em muitos lugares do mundo, inclusive com derramamento de sangue. A justiça e o sublime valor da pessoa humana facilmente se curvam a interesses egoístas, materiais e ideológicos. Não sempre se respeita, como é devido, o meio ambiente e a natureza, que Deus criou com tanto amor. Além disso, muitos jovens olham com preocupação para o futuro diante da dificuldade de encontrar um trabalho digno, ou por terem perdido o emprego, ou por ser este muito precário. Há outros que precisam de prevenção para não cair na rede das drogas, ou de uma ajuda eficaz, caso desgraçadamente já tenham caído nela. Há muitos que, por causa da sua fé em Cristo, são vítimas de discriminação, que gera o desprezo e a perseguição, aberta ou dissimulada, que sofrem em determinadas regiões e países. Molestam-lhes querendo afastá-los d’Ele, privando-os dos sinais da sua presença na vida pública e silenciando mesmo o seu santo Nome. Mas, eu volto a dizer aos jovens, com todas as forças do meu coração: Que nada e ninguém vos tire a paz; não vos envergonheis do Senhor. Ele fez questão de fazer-se igual a nós e experimentar as nossas angústias para levá-las a Deus, e assim nos salvou.

Neste contexto, é urgente ajudar os jovens discípulos de Jesus a permanecerem firmes na fé e a assumirem a maravilhosa aventura de anunciá-la e testemunhá-la abertamente com a sua própria vida
. Um testemunho corajoso e cheio de amor pelo homem irmão, ao mesmo tempo decidido e prudente, sem ocultar a própria identidade cristã, num clima de respeitosa convivência com outras legítimas opções e exigindo ao mesmo tempo o devido respeito pelas próprias.

Majestade, ao renovar-lhes o meu agradecimento pelas deferentes boas-vindas que me proporcionaram, desejo exprimir também o meu apreço e proximidade a todos os povos de Espanha, bem como a minha admiração por um País tão rico de história e cultura, pela vitalidade da sua fé, que frutificou em tantos santos e santas de todas as épocas, em numerosos homens e mulheres que, deixando a sua terra, levaram o Evangelho a todos os cantos do mundo, e em pessoas rectas, solidárias e bondosas por todo o seu território. Trata-se de um grande tesouro, que vale a pena, sem dúvida, cuidar com atitude construtiva, para o bem comum de hoje e para oferecer um horizonte luminoso ao porvir das novas gerações. Embora atualmente haja motivos de preocupação, maior é a solicitude dos espanhóis pela sua superação com esse dinamismo que os caracteriza e para o qual contribuem imenso as suas profundas raízes cristãs, muito fecundas ao longo dos séculos.

Daqui saúdo com grande cordialidade todos os queridos amigos espanhóis e madrilenos, e quantos vieram de outras terras. Durante estes dias estarei junto de vós, mas tendo também muito presente todos os jovens do mundo, particularmente os que atravessam provações de diversa índole. Ao confiar este encontro à Santíssima Virgem Maria e à intercessão dos Santos protetores desta Jornada, peço a Deus que abençoe e proteja sempre os filhos da Espanha. Muito obrigado.

Discurso do Papa Bento XVI na Vigília, em Sidney na Austrália, na JMJ2008


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Maria Assunta ao Céu, Rogai por nós!

Maria, mãe de Jesus, escolhida desde o princípio para ser mãe do salvador. Humilde serva, mulher orante e firme, que soube educar seu filho Jesus dentro dos costumes e da tradição e, ao mesmo tempo, soube entender a missão dada àquele que gerou em seu ventre. 
Maria, primeiro sacrário que guardou Jesus. Maria exemplo de firmeza, pois esteve de pé diante do sofrimento de seu filho, que condenado sem ter culpa alguma, se humilhou até a morte e morte de cruz. 


A dor de seu filho unida a sua dor de mãe, presenteou a cada um de nós, ou seja, por Jesus fomos resgatados e direcionados a alcançar o céu. Por Maria Santíssima,  ganhamos uma intercessora, que a própria Palavra de Deus relata, que nas bodas de Caná ela pediu ao seu Filho, por aqueles que estavam com certa dificuldade.

"Qual é o filho que amando sua mãe não atende um pedido dela?"
Nossa Senhora após a ressurreição de Jesus, esteve presente no dia de Pentecostes e participou do início missionário da Igreja fundada por Cristo.

Por mais que alguém fale, que alguém condene,  que acuse o papel de Maria na história de Jesus. No fundo reconhece que ele foi ponto de destaque e suma importância para que a vontade de Deus fosse realizada.

Não por seus méritos, mas pelos méritos do seu Divino Filho, diz a santa Igreja Católica, ela não sentiu a morte, mas no momento final, ela foi levada ao céu, em corpo e alma, pelo seu Filho e Nosso Senhor Jesus Cristo.

Hoje, em diversas ocasiões e com muitos sinais, que acontecem no mundo inteiro, ela ainda se apresenta, por permissão celeste, aparecer como já confirmado pela Santa Igreja, em diversos países, cidades, para que o povo volte o seu coração ao seu Filho.

Maria, assunta ao céu! Rogai por nós que recorremos a vós.

Claudio Muniz

segunda-feira, 18 de julho de 2011

DIANTE DA DIFICULDADE...

Todos nós, cedo ou tarde, no decorrer de nossa vida passamos por diversos momento de alegria, mas as vezes somos pegos de surpresa por algo que nos coloca numa situação de dificuldade. Esta, que pode ser ocasionada por diversas situações e se bobear de algo que a gente menos espera.

E como reagimos? Quase sempre desanimados, decepcionados, com vontade de sumir e de não enfrentar mais esta etapa em nossa vida, pois todos queremos estar indo sempre para frente e que nada nos impeça. Porém, quando aparece um obstáculo, ufa, temos que parar, refletir e com certeza procurar uma solução para pelo menos amenizar a situação. Com isso, muitas vezes ficamos abatidos, cabisbaixos, com vontade de nada fazer, ou seja, “deixar o barco rolar”.

Se não estivermos com os pés fincados no chão, seguros por uma força maior que nos conduz, nos apoia e nos acalenta, ficamos sem rumo, não sabemos como conduzir esta cruz que esta sendo colocada em nosso caminho.

Olhando a palavra do Evangelho, Jesus nos diz assim: “Se queres me seguir, tome sua cruz e siga-me”. Pois bem, desde o princípio Ele já nos alertava que ao assumÍ-lo como Senhor de nossas vidas, nem tudo seria jardim de flores, mas com certeza encontraríamos espinhos, estes que acabam sendo uma escola para nossas vidas, pois a cada dificuldade que passamos, aprendemos um pouco mais, amadurecemos, mesmo sendo debaixo de “pauladas” doloridas, nos deixando com feridas cujas cicatrizes custam fechar.

Sofremos, choramos, mas ao olhar para o alto lembramos: existe um algo mais e cada vez que somos pegos de surpresa por uma determinada situação, que quer nos abater, Ele, o Senhor dos Senhores, nosso único e verdadeiro amigo, aquele que nunca nos trai, esta alí de braços abertos para nos acolher e dizer: “Vem comigo!”

É difícil superar, pois muitas vezes exigirá de nós perdão, cura do coração, libertação, mas o Espírito Santo de Deus é capaz de vir em nosso auxílio, quando decidirmos abrir as portas do nosso ser e suplicar dizendo que não queremos continuar desta ou daquela forma.

O Senhor esteja sempre conosco! Amém.



Claudio Muniz